Relatório do Desenvolvimento
Humano 2009
Ultrapassar
Barreiras: Mobilidade e desenvolvimento humanos. O
relatório traz um detalhado panorama sobre a migração
no mundo, destruindo estereótipos que representam
os migrantes como pessoas que “roubam os empregos” ou
que sempre estão em situação de extrema
vulnerabilidade. O estudo mostra que o número de migrantes
no mundo chega perto de 1 bilhão, sendo 740 milhões
dentro dos países e 214 milhões internacionais.
Para quem vem de países mais pobres, avaliam os pesquisadores,
a migração geralmente representa melhoria de
condições de vida, embora também impliquem
em uma série de riscos.
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Relatório do Desenvolvimento
Humano 2007/2008
Combater
a mudança do clima: Solidariedade Humana em um mundo dividido. O
relatório faz um mapeamento da ameaça representada pelas
mudanças climáticas e afirma que o mundo caminha para um
ponto em que os países e as pessoas mais pobres podem ficar
permanentemente aprisionados num ciclo de pobreza. O estudo
recomenda que as emissões de gases do efeito estufa, em 2050,
sejam reduzidas em pelo menos 80% em relação a 1990. A publicação
traz também o ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano),
em que pela primeira vez o Brasil aparece entre os países
de alto desenvolvimento humano.
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Relatório do Desenvolvimento
Humano 2006
Além
da escassez: poder, pobreza e a crise mundial da água. O
relatório mostra que quase 2 milhões de crianças morrem todos
os anos por falta e um copo de água limpa e banheiro em suas
casas. Fora dos domicílios, a disputa pela água para produção
se intensifica, prejudicando os menos favorecidos das áreas
rurais e o meio ambiente. O texto recusa a idéia de que a
crise mundial da água é resultado da escassez e defende que
a pobreza, o poder e as desigualdades é que estão no âmago
do problema. O relatório aponta que, no ritmo atual, as metas
dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio relacionadas
saneamento e água não serão cumpridas no prazo.
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Relatório do Desenvolvimento
Humano Brasil 2005
Racismo,
pobreza e violência. O relatório analisa as desigualdades
raciais áreas como renda, educação, saúde, emprego, habitação
e violência, e conclui que os negros estão em situação pior
em todos os indicadores. O estudo aborda ainda os mitos raciais
surgidos ao longo da história brasileira — como o racismo
científico e a democracia racial —, a história e os desafios
do movimento negro no país e a pobreza política a que a população
negra está submetida.
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Relatório do Desenvolvimento
Humano 2005
Cooperação
Internacional Numa Encruzilhada. O desenvolvimento
humano não se esgota nos Objetivos do Milênio, mas as metas
são uma referência crucial para uma nova ordem mundial, mais
justa, menos pobre e menos insegura. Para atingi-las, o mundo
depende da cooperação internacional. Cooperação essa que
está sustentada em três pilares: a o aumento da ajuda dos
países ricos ao desenvolvimento; o estabelecimento de regras
mais justas para o comercio internacional; e a ampliação
do conceito de segurança para além das fronteiras nacionais,
com a redução dos conflitos armados nas regiões mais vulneráveis,
como a África.
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Relatório do Desenvolvimento
Humano 2004
Liberdade
Cultural num Mundo Diversificado. Para que o mundo
atinja os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e erradique
a pobreza, tem que enfrentar primeiro, com êxito, o desafio
da construção de sociedades culturalmente diversificadas
e inclusivas. Fazê-lo com êxito é condição prévia para os
países se concentrarem adequadamente em outras prioridades
do crescimento econômico, a saúde e a educação para todos
os cidadãos. O desenvolvimento humano tem a ver, primeiro
e acima de tudo, com a possibilidade das pessoas viverem
o tipo de vida que escolheram e com a provisão dos instrumentos
e das oportunidades para fazerem suas escolhas.
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Relatório do Desenvolvimento
Humano 2003
Um
pacto entre nações para eliminar a pobreza
humana. O novo século começou com
uma declaração de solidariedade e uma determinação
sem precedentes de livrar o mundo da pobreza. Em 2000, a
Declaração do Milénio da ONU, adoptada
na maior reunião de chefes de Estado de sempre, comprometeu
países — ricos e pobres — a fazer tudo
o que puderem para erradicar a pobreza, promover a dignidade
e a igualdade humanas e alcançar a paz, a democracia
e a sustentabilidade ambiental. Os líderes mundiais
prometeram cooperar para atingir metas concretas de avanço
do desenvolvimento e redução da pobreza, até 2015,
ou antes.
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Relatório do Desenvolvimento Humano 2002
Aprofundar
a democracia num mundo fragmentado. Encomendando pelo
PNUD, o relatório celebra o crescimento da democracia
no mundo ao longo das últimas décadas, mas
alerta para a necessidade de se evitar retrocessos em várias
regiões. Ao mesmo tempo, o RDH 2002 defende o aprofundamento
da democracia aos níveis local, nacional e mundial,
como a reforma das estruturas de poder de organismos internacionais,
a exemplo de Fundo Monetário Internacional, Banco
Mundial e Organização Mundial do Comércio.
Tal como nos anos anteriores, o Relatório classifica
173 países de acordo com o seu nível de desenvolvimento
humano.
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Relatório do Desenvolvimento Humano 2001
Fazendo
as novas tecnologias trabalhar para o desenvolvimento
humano. O Relatório oferece uma análise
oportuna e provocativa do potencial da biotecnologia
e das Tecnologias de Informação e Comunicação
para os países em desenvolvimento. O Relatório
sustenta que estas novas tecnologias podem desempenhar
um papel central na redução da pobreza
mundial e refuta o ponto de vista de que a tecnologia é um
luxo para as pessoas dos países ricos. Além
de avaliar as realizações tecnológicas
de 72 países, o Relatório apresenta uma
nova perspectiva sobre temas controversos, como os
alimentos modificados geneticamente, direitos de propriedade
intelectual e drenagem de cérebros.
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Relatório do Desenvolvimento Humano
2000
Direitos
humanos e desenvolvimento humano - pela liberdade e solidariedade. Todo
ser humano deve ter assegurados: liberdade, bem-estar e dignidade.
O Relatório considera os direitos humanos como intrínsecos ao
desenvolvimento, e o desenvolvimento como meio para a efetivação
dos direitos humanos. Para garantir os direitos de todas as pessoas
em todos os países serão necessárias ações e compromissos dos
principais atores da sociedade. Ao identificar a luta pelos direitos
humanos como algo comum a todos os povos, o Relatório conclui
que os avanços no século XXI acontecerão na medida em que sejam
enfrentados interesses políticos e econômicos arraigados.
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