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Segundo o 4º Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODM, o Brasil registrou uma redução na mortalidade materna, desde 1990, de praticamente 50%. A Razão de Mortalidade Materna (RMM) corrigida para 1990 era de 140 óbitos por 100 mil nascidos, enquanto em 2007 declinou para 75 óbitos. O relatório explica que a melhora na investigação dos óbitos de mulheres em idade fértil (10 a 49 anos de idade), que permite maior registro dos óbitos maternos, possivelmente contribuiu para a estabilidade da RMM observada nos últimos anos da série.
A mortalidade materna continua inaceitavelmente elevada em muitos dos países em desenvolvimento. Em 2005, mais de meio milhão de mulheres morreram durante a gravidez, o nascimento ou nas seis primeiras semanas após o parto. Cerca de 99% dessas mortes ocorreram em países em desenvolvimento, com da África Subsaariana e do sudeste da Ásia, respondendo por 86% deste total. Na África Subsaariana, o risco de uma mulher morrer ao longo de sua vida por causa de uma doença tratável ou de complicações evitáveis durante a gravidez e o trabalho de parto é de 1 em 22, enquanto em regiões desenvolvidas este risco é de 1 em cada 7.300. |
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| 5B BRASILEIRA |
Promover,
na Rede do Sistema Único de Saúde (SUS), cobertura
universal por ações de saúde sexual e
reprodutiva até 2015. |
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| 5C BRASILEIRA |
Até 2015,
ter detido o crescimento da mortalidade por câncer de
mama e de colo de útero, invertendo a tendência
atual. |
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Indicadores |
| a |
Proporção de óbitos maternos segundo
grupo de causas |
| b |
Proporção de cobertura por consultas
de pré-natal por região de residência
da mãe |
| c |
Número de internações por aborto
no SUS, por grandes regiões |
| d |
Taxa de mortalidade de mulheres de 30 a 69 anos, segundo
alguns tipos selecionados de neoplasias |
| e |
Taxa de mortalidade de mulheres de 30 a 69 anos por
causas selecionadas |
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