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Segundo o Relatório Nacional de Acompanhando dos ODMs do governo, houve uma redução de 12,7% na mortalidade materna entre 1997 (61,2 óbitos para 100 mil nascidos) e 2005 (54,3 óbitos para 100 mil nascidos), mas o próprio relatório admite que há subnotificações. Nas regiões Norte e Sudeste houve redução da mortalidade materna, mas ela aumentou no Nordeste, no Centro-Oeste e no Sul no país, segundo o Unicef*.
Complicações na gravidez ou no parto matam mais de meio milhão de mulheres por ano e cerca de 10 milhões ficam com seqüelas. Uma em cada 16 mulheres morre durante o parto na África Subsaariana. O risco é de uma para cada 3,800 em países industrializados. Existem sinais de progresso mesmo em áreas mais críticas, com mais mulheres em idade reprodutiva ganhando acesso a cuidados pré-natais e pós-natais prestados por profissionais de saúde. Os maiores progressos verificados são em países de renda média, como o Brasil. |
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| 5B BRASILEIRA |
Promover,
na Rede do Sistema Único de Saúde (SUS), cobertura
universal por ações de saúde sexual e
reprodutiva até 2015. |
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| 5C BRASILEIRA |
Até 2015,
ter detido o crescimento da mortalidade por câncer de
mama e de colo de útero, invertendo a tendência
atual. |
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Indicadores |
| a |
Proporção de óbitos maternos segundo
grupo de causas |
| b |
Proporção de cobertura por consultas
de pré-natal por região de residência
da mãe |
| c |
Número de internações por aborto
no SUS, por grandes regiões |
| d |
Taxa de mortalidade de mulheres de 30 a 69 anos, segundo
alguns tipos selecionados de neoplasias |
| e |
Taxa de mortalidade de mulheres de 30 a 69 anos por
causas selecionadas |
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Projetos
relacionados
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