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A maior parte do trabalho do Projeto é levado a cabo por 10 Forças-tarefa
temáticas, totalizando mais de 250 especialistas de todo mundo, incluindo:
pesquisadores e cientistas, formuladores de políticas, representantes
de ONGs, agências da ONU, Banco Mundial, FMI e o setor privado. Nos últimos
três anos, as Forças-tarefa conduziram extensas pesquisas em
suas áreas de perícia, a fim de produzir recomendações
para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
A recomendação principal do Projeto do Milênio é a
de que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio devem estar
no centro das estratégias nacionais e internacionais de combate à pobreza.
Para que isso aconteça, os países em desenvolvimento
precisam administrar vigorosas “avaliações de necessidades”,
para identificar em que ponto estão em relação
aos Objetivos e quais as intervenções necessárias
para que se entre no eixo para 2015.
Em 2004, o Projeto começou a trabalhar com o Sistema ONU em “países-piloto” selecionados – Cambodia,
República Dominicana, Etiópia, Gana, Quênia, Senegal,
Tadjiquistão e Iêmen – para ajudar a identificar as melhores
maneiras de integrar as metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
em suas estratégias nacionais de redução da pobreza.
O propósito é o de que essas estratégias nacionais
sirvam de modelo para ações similares em outros países
em desenvolvimento ao redor do mundo.
Porém, para que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
sejam alcançados, os países doadores também devem
fazer sua parte neste acordo global. Os Objetivos contêm uma
meta específica para que seja estabelecida uma “parceria global
para o desenvolvimento”, que detalha o que é necessário
dos países mais ricos para que seja financiada a luta contra
a pobreza no mundo em desenvolvimento. Alcançar os Objetivos
de Desenvolvimento do Milênio requer um aumento marcante no volume
de Ajuda Oficial ao Desenvolvimento (ODA).
As descobertas do Projeto demonstram que, nos países em desenvolvimento,
com “estratégias de redução da pobreza baseadas
nos ODM” e em consonância com o compromisso de 0,7% do PIB feito
pelos países desenvolvidos, os Objetivos de Desenvolvimento do
Milênio podem ser alcançados, mesmo nos países mais
pobres, até 2015.
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