Relatórios de Desenvolvimento Humano do Brasil

Relatório do Desenvolvimento Humano Brasil 2009/2010

Relatório de Desenvolvimento Humano 2010

Valores e desenvolvimento humano

O relatório está estruturado em quatro partes: a primeira registra a consulta pública realizada pela campanha Brasil Ponto a Ponto, que levou uma pergunta aberta à população brasileira: “O que precisa mudar no Brasil para sua vida melhorar de verdade?”; a segunda examina conceitualmente o que são valores, suas medidas e a relação entre valores e educação e valores e violência; a terceira trata das políticas de valor, nome dado àquelas políticas que trabalham valores instrumentalmente e como um fim; e a última parte oferece uma proposta analítica para a formulação de novos índices de desenvolvimento humano para o Brasil.



Relatório do Desenvolvimento Humano 2005

Relatório de Desenvolvimento Humano 2005

Racismo, pobreza e violência.

O relatório analisa as desigualdades raciais áreas como renda, educação, saúde, emprego, habitação e violência, e conclui que os negros estão em situação pior em todos os indicadores. O estudo aborda ainda os mitos raciais surgidos ao longo da história brasileira — como o racismo científico e a democracia racial —, a história e os desafios do movimento negro no país e a pobreza política a que a população negra está submetida.

Relatório do Desenvolvimento Humano Brasil 1996

Relatório de Desenvolvimento Humano 1996

O Relatório de Desenvolvimento Humano no Brasil foi publicado pela primeira vez em 1996. Também pela primeira vez foi calculado o IDH desagregado para cada unidade de federação, mostrando principalmente as desigualdades entre as regiões e os estados. O RDH analisa outros indicadores de desigualdade e pobreza, estabelecendo a posição relativa do Brasil no plano mundial e avaliando os desequilíbrios internos entre diversas regiões, bem como a situação da educação e da saúde. Examina, ainda, os desafios estratégicos resultantes do corrente modelo de crescimento implementado no Brasil para as áreas de educação, combate à pobreza, expansão do emprego e gestão ambiental. Por fim, o RDH aborda questões da natureza institucional, focalizando a necessidade de reconstrução do Estado e o crescente papel desempenhado pela sociedade civil organizada.