Nosso trabalho pelo Objetivo
Brasil
As projeções para os ODM ligados à saúde são as piores no grupo de metas estabelecidas
até 2015. O Brasil reduziu a mortalidade infantil (crianças com menos de um ano)
de 47,1 óbitos por mil nascimentos, em 1990, para 19 em 2008. Até 2015, a meta é
reduzir esse número para 17,9 óbitos por mil, mas a desigualdade ainda é grande:
crianças pobres têm mais do que o dobro de chance de morrer do que as ricas, e as
nascidas de mães negras e indígenas têm maior taxa de mortalidade. O Nordeste apresentou
a maior queda nas mortes de zero a cinco anos, mas a mortalidade na infância ainda
é o quase o dobro das taxas registradas no Sudeste, no Sul e no Centro-Oeste.
Mundo
Em âmbito global, entre 1990 e 2008, a taxa de mortalidade para crianças menores
de cinco anos diminuiu 28%, de 100 para 72 mortes por mil nascidos vivos. Progresso
notável, mas insuficiente para que o ODM 4 seja alcançado com redução dessas mortes
em dois terços. A tendência para o período 2009-2015 aponta para 1,2 milhão de mortes
adicionais de crianças dessa faixa etária.
- DO PNUD BRASIL
O PNUD Brasil ganhou o primeiro lugar no 2º Concurso Anual de Histórias pela Promoção do Desenvolvimento (do inglês, Development Advocate). A reportagem Mais
|
- DO PNUD BRASIL
Jovens indígenas da região do Alto Rio Solimões (Amazonas) serão capacitados para que possam ajudar suas comunidades e municípios a enfrentar desafios e a buscar soluções em relação a temas ligados à segurança alimentar e nutricional no contexto i...
Mais
|